Por causa da repercusso negativa da aposentadoria privilegiada dos parlamentares, o presidente da Cmara , Lus Eduardo Magalhes, decidiu que o IPC ser extinto. E o seria por lei ordinria. Apesar do apoio de todos os lderes , h fortes resistncias. 

Os argumentos contra a extino do Instituto de Aposentadoria foram vrios : no  privilgio, pois existe em todos os pases democrticos;  uma posio radical e precipitada; os deputados e os lderes esto com medo da imprensa; h vestais , que parecem contra , mas so favorveis.

O presidente da Cmara irritou-se com a entrevista do relator Euler, em que dizia ter Michel Temer sofrido presses de vrios parlamentares. Convocou os lderes para uma reunio e, na avaliao deles, a polmica prejudicaria a tramitao da reforma da Previdncia. 

Ainda mais que a posio  de Vicentinho, presidente da CUT, contrria ao IPC  poderia levar a central sindical a sair das negociaes da reforma . 

Trs partidos - PT, PDT e PSDB-j se definiram contra o Instituto; O PFL e o PMDB vo consultar suas bases. Michel Temer, do PMDB, acha que no cabe s lideranas decidir, mas s bancadas. 

A lei que prope sua extino prev os direitos adquiridos. 